(…) Então você some. não manda notícias. E nem um “bom dia” em forma de sms você me manda. E depois volta; volta como se nada tivesse acontecido, como se você tivesse se ausentado por apenas alguns minutos. Ah, se você soubesse a raiva que isso me faz. Então eu te ignoro. Volto ao meu normal; chato, grosso. Então você me liga e aquele teu “oi” com toda aquela intensidade me faz sorrir por dentro, mesmo que eu não demonstre. E em alguns segundos(…) eu estou nas tuas mãos.
— Querido John
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