“Eu tive a minha dor trancada em um baú, que só eu tinha a chave, e nas noites mais gélidas, ele se abria, empurrava para fora, tudo o que passei o verão inteiro colocando lá dentro. Era tão amargo passar por aquilo na escuridão do quarto, mas eu aprendi. Um dia a gente acostuma, um dia.”
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