“Podemos ser apenas um quase-amor. Sim, “quase”, pois não chega a ser. E é um quase-amor cheio de coisas inteiras, mas ainda não nos dá o direito de arrancarmos aquela palavra maldita da nossa denominação. Eu sou intensa e espaçosa, o guarda-roupa ainda não tem espaço para você e os meus horários podem complicar-se cada vez mais. Você gosta de futebol duas vezes por semana e o jantar acaba nem acontecendo. Adoramos nos encher de desculpas pela falta de compromisso, meu bem. Vai ver nós somos demais para ser um amor completo, sem medo do “quase” ou da despedida.”
| — | Camila Costa |
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