sábado, 2 de junho de 2012


Falamos de amor como se o conhecêssemos tão bem. Como se fosse flor que desabrocha n’um jardim harmônico, feito de doçura, pureza, delicadeza. Não é diferente disso, aliás, é muito mais que isso. Mas, creio que não posso duvidar do amor, o que ele faz, o poder que tem… Como questionar o inquestionável? O amor nos surpreende, de diversas formas possíveis. Mas de uma coisa eu tenho certeza: o amor tudo pode, tudo vence, digo, o amor de verdade, não esse que é taxado por aí, hoje em dia. Amor tá entrando em extinção, meu caro, só quem o sente mesmo, o reconhece.
— Lua, decifrando o indecifrável.

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