segunda-feira, 11 de junho de 2012

Li poesias que salvaram o meu dia inspirando-me a pensar tais coisas: o amor, ainda que sofredor, chega; a vida, ainda que triste, existe; os sonhos, ainda que distantes, palpitam o peito. Quer dizer, a poesia nunca morre, entende? Essas coisas todas também não, estão na ponta da língua e esquecemos de falar e, principalmente, de viver. E não chego nem a falar das poesias profundas ou de difícil entendimento, mas daquelas simples, de uns versinhos que raiam junto com o sol, de “mãos dadas” rimando com “vidas atadas”. Coisas simples, da vida. Porque a vida é simples como rimar, e as rimas podem salvar um dia - uma vida.
Camila Costa.

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