segunda-feira, 23 de julho de 2012

A inocência é um dos maiores bens que temos. Não é estimada apenas por sua raridade. É estimada pela beleza. Não, não me refiro a falta de inocência entre as conversas de adolescentes onde você fala “comi, te dou” e isso se torna pejorativo. Falo da falta da inocência na busca da beleza em coisas erradas. Mulheres, quando vão perceber que para homens de verdade vocês são mais lindas ao acordar que com “aquela” maquiagem? E homens, mulheres de verdade não querem andar no Camaro de vocês, e sim dá uma volta no parque com aquela bicicletinha que você ganhou há muito tempo! Falo da inocência da criança onde uma floresta é bem mais interessante que o novo shopping da cidade, e uma bola ou boneca que pisca é mais legal que um Iphone, ipad ou o próximo “i” que for surgir. Falo da inocência primitiva. A verdadeira inocência. Aquela onde um homem quer beijar sua boca só para sentir teu gosto, e não que o faz querer te jogar na cama no primeiro encontro. A inocência de um afago, de um abraço, de um colo, de ajudar sem interesse. Inocência, inocência, inocência teórica que na prática já tem outro significado.
Poeticências, Onde está a inocência.

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