sábado, 7 de julho de 2012

Leio poemas e mais poemas sobre amor. Versos alegres que deixam-me com inveja, versos tristes que correspondem-me. Entendo eles como se um dia tivesse amado, como se um dia tivesse sentido algo além de bem querer, disfarçado de pureza. Não sei como, nem ao menos o porque. Vovó disse-me um dia que nasci cantando amor, vai que seja isso. Tenho o amor dentro de mim, guardado, dobrado e ajeitado, num ”cantin” qualquer da minha alma torturada.
Soou muito dramático? Essa era a intenção. 

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