quinta-feira, 2 de agosto de 2012

– Porque somos insanos. – respondi friamente. – Almejamos inconscientemente uma dor tão profunda, tão sofrível que se torna poética. E por sermos, definitivamente, covardes para assumir que estamos satisfeitos em corrermos atrás da dor, a transformamos em amor.
Pág. 75, Morrem por ti meus olhos

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