sábado, 1 de setembro de 2012


Eu não acredito mais na falsa maturidade que desfilamos por aí. Qual maldita cabeça não é um grande salão de festas parecido com o inferno? Qual cabeça aguenta, dia após dia, o peso de sempre dizer “vamos agir com calma”, “está tudo em ordem”? A calma que se dissipe no ar! As palavras me traem, a cabeça me trai, eu me traio. E todo santo dia a gente é maduro demais de tão imaturo que é.
— Camila Costa.

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