quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Pego o seu rosto entre as mãos com um carinho dócil, jeito meu, confundidamente escorregadio. Olho os teus olhos que me intimidam, mas eu sorrio, brinco, finjo que não, que “tu não me assustas fácil assim”. E te digo quase como um sopro, como palavras que saem tão leves quanto borboletas: “agora é comigo que o mundo precisar brigar pra te entristecer”. Ainda tenho alguma força para te fazer sorrir.
Camila Costa. 

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