quinta-feira, 21 de março de 2013

Quero a imortalidade de Cazuza, apesar da aids. Quero a eternidade de Cássia Eller, apesar da opção sexual. Quero também a alegria dos Mamonas Assassinas, apesar da queda. Quero o sentimento de fortaleza de Renato Russo, apesar de não conseguir cantar que ela se jogou da janela do quinto andar, mais de uma vez na noite. Eu quero algo além dos rótulos, eu quero ser poeta. E viver além, viver depois da morte. Eternamente descrita em sábias palavras, sentidas, outrora mentidas.
Juliana Ribeiro 

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